domingo, 10 de maio de 2015

Niver da Juliana

Ontem dia 9 de maio foi aniversário da minha amiga Juliana Mendes.
Para comemorar ela escolheu o Maria Azeitona Bar, um estabelecimento muito confortável e chique ao lado do Hotel Vitória em Paulínia. Na verdade este Bar faz parte do complexo do Hotel, muito bom e recomendável!!
O importante foi encontrar os amigos, bebemorar e celebrar a vida da nossa amiga.
Parabéns Juliana!!






Santa Rita de Caldas

No início de maio fui convidada pela minha amiga Rita Coelho para visitar sua família em Santa Rita de Caldas.
Minas Gerais é muito bom né!!? Lembra muito o Sul, aquelas montanhas rochosas, muito verde, clima agradável, isso no Sul de Minas!!

O passeio foi top. A cidade por ser um santuário tem muito turista, ainda mais que fomos no mês de maio, mês este que comemora o aniversário de Santa Rita (22), tem festa, passeio de cavaleiros, shows, missas e muitos atrativos, muito interessante.
quem tiver oportunidade visite, vale a pena!!

E na volta ainda passamos por Andradas na Casa Geraldo, para saborear um bom vinho, e comprar-los também!! Maravilhoso!!











Tribos

Tribos é o nome da peça que traz Antonio Fagundes e grande elenco.
No dia 25 de abril tive o prazer de assistir a peça no Teatro Municipal de Paulínia.
Tribos traz como tema a deficiência e chama a atenção da sociedade para o assunto.
O que achei bábaro foi que ao final da peça, todo elenco senta e debate com a platéia o tema, responde questionamento e interage diretamente com o público.
Muito bacana esta ação!! Adorei!


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Cissa Torello

SPFW Um planeta chamado Moda

Olá pessoal!!

Decidi que vou voltar atualizar meu blog. Afinal é pra isso que ele existe não é mesmo?
Quero deixar registrado a minha passagem pelo São Paulo Fashion Week. Foi bárbaro!!
Fiz muitas amizades, conheci pessoas interessantes e ainda fiz uma matéria top para a revista ZAP, na qual eu trabalho, sensacional!!

Confira a matéria na revista






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Cissa Torello


domingo, 6 de abril de 2014

A passagem da Nina

A morte é  o acontecimento mais brutal para o ser humano. Não existe palavras para descrever este desfecho da nossa pobre vida. Final do ano de 2013, eu e meu filho Guido, o André e sua namorada Larissa viajamos para o Paraná para passarmos o Natal e o Revellion com a família.
Meu filho mais velho ficou em casa, o Thiago. Sempre nos preocupamos em deixar os animais por muito tempo sozinhos, e neste período não foi diferente, alguém ficaria para cuida-los.
Nossos gatos: a  Nina e o Zoio, sempre foram muito caseiros e sem a família por perto sofreriam muito. Viajamos e quando voltamos fomos recebidos com muito alegria, e os animais também nos receberam na porta. Um miava pra cá, o outro que se enrolava nas nossas pernas, e foi uma festa, finalmente todo mundo em casa.
Depois do almoço, como estávamos cansados devido a viagem, fomos descansar e não notamos a ausência da Nina. Quando de repente meu filho André gritou, para, para! Nosso vizinho saíra de carro e atropelou a pobrezinha. Foram cinco dias de muito sofrimento, o veterinário não quis interna-la e deu um prazo, dizendo que se ela sobrevivesse, daria sequencia no tratamento começando com uma delicada cirurgia. Foi triste demais ver aqueles olhos azuis pedindo para liberta-la do sofrimento. Isso me fez refletir muito sobre a vida. As dificuldades nos lapidam, o que muitas vezes não compreendemos. O sofrimento nos ensina a viver, a apreciar melhor a vida, ter mais prazer e se entregar inteiramente. Grandes vencedores trazem consigo uma história de lutas e batalhas. São elas que nos fortificam e tornam-se indispensáveis para o nosso crescimento. Assim é a vida. Aprenda que os sofrimentos não vêm para te derrotar, mas para te tornar mais forte. Abençoada seja a dor que nos tornam humildes e nos engrandecem.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Depois dos quarenta

Eu lamento que minhas maiores inspirações não acontecem quando eu posso transcrevê-las, mas tento guarda-las para um momento em que possa perpetua-las como agora, mas nunca sai como eu penso...
Bem, mas todo mundo já ouviu falar que depois que entramos nos "enta", muita coisa muda na nossa vida. Tenho que concordar! Depois dos quarenta anos você se torna mais leve, estou falando por mim, pois acredito que muitas pessoas passam a vida inteira carregando um fardo desnecessário, parecem se punir por  culpas, por uma redenção inexistente, é muito estranho isto.
Mas, voltando aos quarenta, a idade nos dá uma capacidade de enxergar certas coisas que antes eram muito explicitas aos nossos olhos, mas não víamos. Também nos torna mais a pacientes, consciente de que  não temos tempo a perder com coisinhas, precisamos nos ocupar com grandes coisas.
Aprendemos que não adianta brigar com o que existe para resolvermos, e se caso não tiver solução devemos deletar de nossas vidas.
Há pessoas que passam a vida toda planejando, sonhando e se iludindo como se a vida fosse eterna. Conheci pessoas que fizeram isso a vida toda, até serem surpreendidas por uma doença incurável, e pior que mesmo no leito condenada a morte, insistia em sonhar e planejar. De fato a vida para esta pessoa foi um sonho, a única coisa real foi a dureza em que ela tratou a própria vida. O homem tem evoluído e foi o tempo em que as pessoas deixavam para aproveitar a vida após a aposentadoria, mas entendemos que era a maturidade que despertava esse olhar para a vida.Uma coisa é certa, todo o tempo é tempo para ser feliz, mas a idade nos prepara melhor para o desafio chamado felicidade.




domingo, 28 de abril de 2013

Para pensar!

Li esta crônica em algum lugar, achei muito reflexiva e resolvi postar, muito legal!



Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e
vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
'Qual sua experiência?' .
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência ?. Será que ser 'plantador de sorrisos' é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:

'Experiência? Quem a tem ? se a todo momento tudo se renova '